quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tecidos

Acho que todas nós que gostamos de trabalhar com tecidinhos não podemos ver alguma coisa mais "bunitinha", diferente ou ainda que tenha estampas de algum cantor que a gente gosta muito (hehehe), que esquece a promessa de que só iria comprar o necessário e pronto, e comete o pecado do descontrole.
Moro em Curitiba, mas minha família toda é de São Paulo. Sempre que estou de férias por lá, não consigo deixar de dar uma passadinha na 25 de março, e ver as novidades em tecidos.
Eis que desta vez, estava eu na loja, já com todos os tecidos escolhidos e pronta pra pagar quando a vendedora me aparece com uma caixa cheia de retalhinhos dele, dele mesmo, do Elvis.
A mulherada quase que pulou em cima da coitada da moça pra poder tomar posse de um pacotinho.
Pra falar a verdade eu nem consegui ver o que eu estava pegando, mas consegui enfiar o meu braço entre minhas "colegas" e alcançar o meu. Imagina só o espetáculo.
Agora, olhando bem todos os tecidinhos, eu faria tudo de novo.






Só falta criar coragem para cortar os danadinhos.



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Pateta no Trânsito

Ultimamente, dirigir pra mim tem sido um sacrifício.
Não tenho mais saco para aguentar a estupidez, falta de tolerância e o desrespeito das pessoas.
Tenho me sentido vítima de "Patetas no trânsito".
Infelizmente o carro ainda é um mal necessário para a minha rotina. Mas a cada oportunidade de deixá-lo na minha garagem e pegar o Sacre ou Higi no ponto de ônibus mais perto da minha casa, não penso duas vezes.

Quando passo por estes dias, não consigo deixar de lembrar do desenho do Pateta que ilustra verdadeiramente o que estou querendo dizer.




Que tenhamos um dia melhor amanhã!

Capa para Livros

Depois que terminei todo o processo de tingimento do tecido bordado (que na verdade não ficou do jeito que esperava), escolhi outros tecidos para fazer a margem e para o acabamento nas bordas, por fora e...





...por dentro.



Pronto!
Agora é só entregar e ver a cara da dona, pois ela deixou por minha conta a escolha das cores e do modelo.
Espero que ela goste pois a frase é a "cara" dela.





domingo, 7 de agosto de 2011

Presente de aniversário

Este ano estava sem idéias para presentear meu esposo no aniversário dele.
Não queria dar roupa, nem sapatos, muito menos livros ou cds.
Pensei, pensei e resolvi combinar com as crianças de cada um escolher alguma coisa a fazer.
Um desenho, uma pintura, alguma receita, ou seja, alguma coisa bem especial.

Resolvi bordar uma fronha com algum verso ou trecho de uma música bem legal.
Dei uma olhada na internet e acabei me lembrando de uma conversa que tivemos sobre bordar versinhos da época da mãe dele, quando ela morava em Portugal.
Pesquisei em versos, versinhos portugueses, até que cheguei em quadras populares no Sapo.
Achei várias coisas interessantes, e a que mais gostei, bordei.






No meio destas pesquisas, folheando a revista Casa Claudia, achei um outro verso, tão delicado, que não resisti e resolvi complementar a fronha com uma almofadinha.
Ficou um mimo só.




Ainda não consegui tirar fotos dos presentes que as crianças fizeram. Assim que fizer, coloco aqui.




Blocos do Patch Solidário

Depois de escolher como seriam os blocos do Patch Solidário, mãos à obra.




Como os blocos vão para mantas de berços, achei que deveria colocar aplicações com motivos infantis para alegrar um pouco.





Agora falta só fazer o caseadinho.


domingo, 31 de julho de 2011

Tingimento

Recebi a encomenda de uma capa para livros e fiquei pensando o que poderia fazer.
Bordei uma frase de Santo Agostinho que tem tudo à ver com a pessoa que me pediu.




Depois que terminei o bordado, pensei em tingir o tecido.
A idéia era que ficasse uma página de livro envelhecida.
A primeira vez que tingi um tecido foi com chá preto, mas desta vez não tinha em casa, então resolvi usar casca de cebola.



Usei a casca de duas cebolas e deixei por mais de uma hora descansando numa tigela com água.
Achei que se enrolasse o tecido, o efeito seria melhor.




Tirei as cascas da tigela (usei uma peneira) pois não queria que ficasse muito escuro e mergulhei o tecido.
Deixei na tigela de um dia para o outro.



No dia seguinte, tirei o tecido, deixei secar e passei.



O tecido ficou escurecido, mas as manchas do tingimento ficaram muito fracas. Nem apareceram na foto.
Esperava um resultado diferente.
Talvez se tivesse tentado o mesmo processo com tecido branco, conseguiria o que desejava.
Da próxima vez, vou tentar com café.


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Porta Celular

Antes mesmo de terminar meu curso básico de patchwork (em 2004, com a Dna. Maria Luiza), comprei este livro.
Realmente é uma enciclopédia onde são apresentados trabalhos de todas as regiões dos EUA com várias técnicas diferentes.
Depois que comprei, achei um exagero e que nunca iria usá-lo por conta da beleza dos trabalhos e por não me achar capaz de realizar coisas tão maravilhosas.
No entanto, com o passar do tempo, vamos aprimorando nossas técnicas e, apesar de ainda não me achar capaz de fazer muita coisa, tenho me inspirado nele para fazer alguns trabalhos.



Queria fazer uma capa para o meu celular pois sou meio desastrada e vivo derrubando tudo. Com a capa, ele ficaria menos riscado.
Estava pensando numa coisa delicada e que desse pra usar várias cores.
Achei, então, este quilt feito com hexágonos.





Dei uma boa olhada nas instruções , mas o livro só ensina como montar os blocos e mostra um esqueminha do hexágono no tecido. A distândia que deve ser deixada para a dobra.





Resolvi seguir minha intuição e começar.
Usei o Word (inserir- imagens- auto formas) para achar a figura do hexágono e escolher o tamanho.



Experimentei alguns tamanhos, sempre usando o celular como referência, para ter idéia de como a peça ficaria.
Então cheguei à marca de 1,2 cm. Na verdade selecionei a menor figura do Word e deu essa medida.





Achei que daria o maior trabalho revestir o molde, mas me enganei totalmente.
Foi uma delícia.
Já li em alguns blogs que depois que você começa a fazer hexágonos, fica viciada.
Não me considero uma delas, mas com certeza vou repetir a dose outras vezes.
Usei cartolina para imprimir as peças e depois cortei os tecidos na medida de um hexágono maior.
Eu até tentei cortar os tecidos redondinhos, mas na hora de dobrar não deu muito certo. Alguns lados sobraram mais tecido que os outros. Na hora de finalizar acabava cortando as sobras e o acabamento não ficou legal.
Finalizei alinhavando depois de recobrir toda a peça.
O pulo do gato para mim foi colar, com cola bastão a cartolina no tecido, segurando-o. Assim fica mais firme para costurar.



Forrei todas as peças.




Em seguida, juntei cada uma delas com ponto invisível,



....pronto


O meu ponto invisível não fiou muito bom. A linha da costura para unir as peças ficou aparecendo e não estava satisfeita com o resultado.
Então resolvi usar a linha 8 Anchor para esconder os pontos e achei que ficou melhor.