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segunda-feira, 11 de março de 2013

Livros e revistas

Nas primeiras vezes que fui em feiras de patchwork e afins, me empolgava com tudo e acabava gastando mais do que havia planejado.
Com o passar do tempo a gente vai refinando nossas preferências e ficando mais criteriosas com as escolhas.
Claro que acabo gastando, mas bem menos do que no começo, principalmente com livros e revistas.
Na última feira que fui, aqui em Curitiba mesmo, vi algumas revistas que me encantaram. Na verdade fiquei doida com as opções de revistas, importadas, com moldes e receitas de pontos para bordar. No entanto.... os preços eram de matar, não consegui comprar nenhuma por achar ABSURDO os preços.
Até dei uma "titubiada" e quase comprei uma revista, mas ao parar pra prensar no custo, desisti.
Anotei o nome das editoras, e depois, em casa, com calma, faria a pesquisa e quem sabe compraria alguma coisa.
A revista que mais gostei é foi a  Rouge Passionement, da editora francesa Edisaxe, e navegando pelo site da editora, achei um livro com bordados tradicionais que também me chamou bastante a atenção pois nas fotos, vi que havia o modo de fazer de cada ponto.
Resolvi me arriscar e comprei os dois.
Valeu bantante a pena.
O livro tem os esquemas, bem ilustrados do passo a passo de cada ponto, e a revista junto com o passo a passo tem também alguns projetos de panôs, caminhos de mesa, abajour entre outras coisas.



 







Sobre o custo, o preço da revista, do livro e do frete ficaram BEM mais baratos que o valor da revista na feira!



quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Livros

Quando vi o trailer do filme "Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios" fiquei com vontade de assistir só por conta do título.
Achei sensual, sedutor e me deixou bem curiosa.
Comprei o livro na terça e no sábado já havia terminado.
Fui apresentada a poesia de Marçal Aquino (...enquanto olha o crepúsculo e tenta reconciliar-se com o devaneio interrompido. Não consegue, o instante esfumou-se. pag. 149) e me encantei com a estória, não  acho que realmente tudo aconteceu, então é a história do amor entre o Cauby, a Lavínia e a  Shirley.
"Um amor desafortunado, cheio de paixão e de tragédia"(Emanuela Siqueira).
E´ incrível como a gente se envolve com os personagens e torce para que as coisas aconteçam conforme nossos sentimentos e valores.
Mais um trechinho: " Nunca prometemos nada um ao outro, e eu sabia que podia acabar de repente. Poema que cessa antes de virar a página. Um haikay. Na prática, contudo, não me conformava com a ideia.  Eu queria mais". (pag. 67)







sexta-feira, 29 de julho de 2011

Porta Celular

Antes mesmo de terminar meu curso básico de patchwork (em 2004, com a Dna. Maria Luiza), comprei este livro.
Realmente é uma enciclopédia onde são apresentados trabalhos de todas as regiões dos EUA com várias técnicas diferentes.
Depois que comprei, achei um exagero e que nunca iria usá-lo por conta da beleza dos trabalhos e por não me achar capaz de realizar coisas tão maravilhosas.
No entanto, com o passar do tempo, vamos aprimorando nossas técnicas e, apesar de ainda não me achar capaz de fazer muita coisa, tenho me inspirado nele para fazer alguns trabalhos.



Queria fazer uma capa para o meu celular pois sou meio desastrada e vivo derrubando tudo. Com a capa, ele ficaria menos riscado.
Estava pensando numa coisa delicada e que desse pra usar várias cores.
Achei, então, este quilt feito com hexágonos.





Dei uma boa olhada nas instruções , mas o livro só ensina como montar os blocos e mostra um esqueminha do hexágono no tecido. A distândia que deve ser deixada para a dobra.





Resolvi seguir minha intuição e começar.
Usei o Word (inserir- imagens- auto formas) para achar a figura do hexágono e escolher o tamanho.



Experimentei alguns tamanhos, sempre usando o celular como referência, para ter idéia de como a peça ficaria.
Então cheguei à marca de 1,2 cm. Na verdade selecionei a menor figura do Word e deu essa medida.





Achei que daria o maior trabalho revestir o molde, mas me enganei totalmente.
Foi uma delícia.
Já li em alguns blogs que depois que você começa a fazer hexágonos, fica viciada.
Não me considero uma delas, mas com certeza vou repetir a dose outras vezes.
Usei cartolina para imprimir as peças e depois cortei os tecidos na medida de um hexágono maior.
Eu até tentei cortar os tecidos redondinhos, mas na hora de dobrar não deu muito certo. Alguns lados sobraram mais tecido que os outros. Na hora de finalizar acabava cortando as sobras e o acabamento não ficou legal.
Finalizei alinhavando depois de recobrir toda a peça.
O pulo do gato para mim foi colar, com cola bastão a cartolina no tecido, segurando-o. Assim fica mais firme para costurar.



Forrei todas as peças.




Em seguida, juntei cada uma delas com ponto invisível,



....pronto


O meu ponto invisível não fiou muito bom. A linha da costura para unir as peças ficou aparecendo e não estava satisfeita com o resultado.
Então resolvi usar a linha 8 Anchor para esconder os pontos e achei que ficou melhor.